* O namoro-casamento-sei-lá-o-que com Dudu foi repensado e... surpresa! Continuamos juntos. Era de se esperar que ele, envolvido com Tatyana F., ou perdesse a paciência ou levasse um pé na bunda. Mas conversamos e nada disso aconteceu. Estamos indo, engatinhando ainda em algumas coisas, mas bem :)
* Me mudarei pra um kiti na Lapa no começo de junho. Já era hora de sair de vaga e ter um lugar que eu pudesse chamar de meu, ainda que alugado. Não vejo a hora de fazer a mudança!
* O trabalho também tá indo. Alguns dias são osso, mas no geral, se a empresa não falir nos próximos meses, creio que continuarei nela, rs. Em todo caso, estou checando outras alternativas.
* Acho que volto pra facul no próximo semestre. O Jornalismo ainda é parte do que eu quero pra mim.
A vida parece enfim se encaminhar pra um tempo mais harmonioso... Será que vou conseguir parar e ficar aqui pelo tempo que propus a mim mesma? (no mínimo, 2 anos). Quiçá... A vida não pára, eu ainda dou trela, então tá. Tô esperando pra ver qual vai ser. ;p
15 de mai. de 2009
Bons tempos.

Em algum Natal, numa terra muito distante daqui...
"Certa vez, num tempo bastante remoto, um lord nordestino resolveu reunir os amigos durante as festividades natalinas no condado do Conjunto Ceará...
O lord logo obteve a boa vontade de todos em participar das festividades. Na data marcada, todos compareceram muito bem trajados e distintos, e claro, cada um levou uma grande quantidade de líquidos etílicos, tanto para consumo próprio como para compartilhar entre os presentes.
As pessoas estavam muito felizes com a reunião, então ocorreu o esperado: o lord e seus convidados se entregaram a fartas libações alcóolicas, alguns até a manhã seguinte.
Por fim, alguns também se entregaram aos prazeres da carne, e outros ainda tentaram, em vão, se desvencilhar da situação de luxúria e embriaguez que ali se instalou.
Ao final de tudo, o lord estava completado esgotado, mas muito contente. Os últimos convidados despediram-se, prometendo que haveria uma próxima reunião entre os presentes, o que infelizmente não aconteceu. Os anos se passaram, cada um dos convidados e o próprio lord seguiram por caminhos distintos. Mas na mente de todos ficou a lembrança de tão agradável festa e, para refrescar a memória, ficaram também algumas fotos, tipo essa que ilustra nossa história. Fim (?).
P.s.: Adorei esse Natal. Bons tempos. :)
(TF*)"
Deixei esses comentários em formato de short story no álbum do Simon na tarde de hoje.
Da direita pra esquerda: Simon, Hil (lord), Gilfran e Leandro, o pervertido.
Ê, saudade.
28 de abr. de 2009
1 + 1 ≠ 2.
Na Matemática, uma ciência exata, todos aprendem que 01 + 01 = 02 - Embora um dos meus professores tenha tentado me dar um nó na cabeça dizendo que essa não era a única resposta.
Mas a Matemática é uma coisa; a vida é outra.
Nos últimos 10 meses, tenho aprendido que numa relação 01 + 01 jamais resultam em 02. Isso não devia ser exatamente um problema, afinal qualquer relação que exista sempre envolverá mais que 02, ainda que de forma inconsciente ou coadjuvante. Mas nesse momento, a soma, no meu ponto de vista, acaba não só em 02, mas em algo maior. Algo que supera resultados numéricos, algo que envolve falta de paciência (eita palavrinha danada pra sumir em mim!), que envolve outras perspectivas e finalmente, outros planos.
Eu cogitei, pois cansei.
E admito que no momento, o que me parece melhor é que cada um siga seu rumo. Sem essa de argumentar que "nadou, nadou e morreu na praia" ou que "já estou aqui mesmo, então vou permanecer nessa situação".
Na na ni na.
Eu sempre achei o comodismo uma coisa muito grave e agora, justo agora, me surpreendo ao me deixar levar por ele. Mas a Taty que tateia a vida sempre estoura, mais dia, menos dia.
E aí, que nesse fds, é a hora. Hora de rever a relação, de rever alguns detalhes que muito têm me incomodado. E rever também se não ficamos melhor separados.
Veremos... Veremos.
Mas a Matemática é uma coisa; a vida é outra.
Nos últimos 10 meses, tenho aprendido que numa relação 01 + 01 jamais resultam em 02. Isso não devia ser exatamente um problema, afinal qualquer relação que exista sempre envolverá mais que 02, ainda que de forma inconsciente ou coadjuvante. Mas nesse momento, a soma, no meu ponto de vista, acaba não só em 02, mas em algo maior. Algo que supera resultados numéricos, algo que envolve falta de paciência (eita palavrinha danada pra sumir em mim!), que envolve outras perspectivas e finalmente, outros planos.
Eu cogitei, pois cansei.
E admito que no momento, o que me parece melhor é que cada um siga seu rumo. Sem essa de argumentar que "nadou, nadou e morreu na praia" ou que "já estou aqui mesmo, então vou permanecer nessa situação".
Na na ni na.
Eu sempre achei o comodismo uma coisa muito grave e agora, justo agora, me surpreendo ao me deixar levar por ele. Mas a Taty que tateia a vida sempre estoura, mais dia, menos dia.
E aí, que nesse fds, é a hora. Hora de rever a relação, de rever alguns detalhes que muito têm me incomodado. E rever também se não ficamos melhor separados.
Veremos... Veremos.
15 de abr. de 2009
Poeminha/1.
Poeminha inacabado sobre o café
Café é minha erva,
meu álcool,
meu pó.
Quando tomo café,
não me sinto mais só!
Vejo besouros e elefantes
girando ao meu redor.
Quando tomo café,
me sinto bem melhor!
16/11/2001.
Café é minha erva,
meu álcool,
meu pó.
Quando tomo café,
não me sinto mais só!
Vejo besouros e elefantes
girando ao meu redor.
Quando tomo café,
me sinto bem melhor!
16/11/2001.
13 de abr. de 2009
Feriado.
O feriado começou antes do feriado.
Começou quando eu passei a pensar se iria mesmo subir a serra (e pelos meus motivos, talvez torpes, talvez sensatos, eu não queria).
Eu estava desanimada, pensando uma porção de detalhes, de (in)decisões. Conversei sobre com o Robão e ele me deu uma idéia, mas o que eu precisava mesmo era de um puxão de orelha, acho... (que me veio hoje, num e-mail de miss Kylvia).
Bom, mas voltando ao feriado. A vontade louca de sair por aí e ir parar na primeira estrada foi crescendo, mas como eu sabia que não rolava de viajar, procurei coisas para fazer aqui, afinal estou na Cidade Maravilhosa!!
Eu sempre digo: o imprevisto está ao virar a esquina.
Na quinta, a Angélica me telefonou. No Brasil desde o dia 03, ela ainda não tinha me encontrado:
- Taty, tô indo pro Rio. Vê um canto aí pra eu ficar.
Depois de tudo acertado, Dudu e eu fomos buscá-la na estação de metrô Pavuna na sexta-feira.
E aí, o feriado foi isso:
* Sexta: Lapa fervendo e nós no Boteko do Juca. Depois que o Boteko fechou, fomos pro bar vizinho. Depois que o bar vizinho fechou, fomos para o próximo. Lá, eu me converti em fã de carteirinha do Chiclete com banana. Pulei, dancei, gritei... Foi divertido :)
* Sábado: Praia de Ipanema, posto 09. Muito bom o sol de fim de tarde e a caminhada, com direito a frases escritas na areia. Pena que a praia estava suja pra caralho - pena também que as pessoas continuem sem consciência quanto a isso... O mar trouxe muita dessa sujeira de volta, pois teve ressaca e as ondas estavam brabas que só vendo... Uma hora, eu sentada na areia com Dudu e a Angélica voltando do mar (tinha ido molhar os pés), uma onda enorme se formando logo ali e eu comentei:
- Olha só aquela onda!...
Só tive tempo de fechar a boca e correr. A onda veio até onde estávamos!! Deu tempo pegar o vestido da Angélica e um par da chinela dela. O Dudu pegou a bolsa e o par de chinelos dele. Os meus? Foram levados pela água e resgatados minutos depois pelo malino, junto com o outro par da Angel, rs.
* Domingo: marcamos de ir ao Cristo. Depois de 3 (!) conduções, finalmente chegamos. O calor tava de lascar! E lá tava cheio, muito cheio MESMO! Eu já tava ficando zonza, até que decidimos ir embora. Bom, foi legal e pah, fui ao Cristo, uma das 07 maravilhas do mundo, pererê e talz... Mas... Confesso que prefiro a vista do Pão de Açúcar.
Depois de ter (finalmente) encontrado a ragazza (Angélica) fiquei pensando... Passamos 01 ano e pouco longe, mas nos comportamos como antes, quando estávamos juntas. Entretanto, ao longo dos dias, eu notei que ela não é mais a mesma. A mudança é evidente e grande, sai pelos poros. Eu também não sou mais a mesma. Ela não é a mesma que viajou comigo pra Viçosa e lá, tarde da noite, me ajudou a lavar minha jaqueta cheia de esterco (culpa do "moitel", improvisado atrás de uma igreja evangélica, hahaha). Eu não sou mais a mesma que pulou com ela o muro do Metrópole pra ver o show do Angra. Ela não é mais aquela que pegou carona na estrada comigo até Paracuru. Eu não sou mais aquela que pulou a janela do hall onde a gente estava, na calada da noite, só pra ir embora sem dar tchau pro esquema da noite. Mesmo com as diferenças, foi muito bom revê-la, saber que ela veio ao Rio (em grande parte por minha causa) e ter a certeza de que nossa amizade não se perdeu com o tempo. Hoje, inclusive, eu li um texto da net que me fez lembrar disso. Segue um trecho: "Muitos sabem que amigos de verdade conseguem ficar um tempão distantes, sem se ver, sem se falar e, ao se reencontrarem, é como se nunca tivessem se separado... Talvez as carcaças tenham ficado mais pesadas, os cabelos mais ralos e esbranquiçados, mas o brilho no olhar não se perde nunca e num piscar de olhos nos conduz direto à alma, ao essencial que tudo conhece".
O feriado foi deveras legal. Agora, vamo que vamo... pra mais uma semana na labuta ;)
Começou quando eu passei a pensar se iria mesmo subir a serra (e pelos meus motivos, talvez torpes, talvez sensatos, eu não queria).
Eu estava desanimada, pensando uma porção de detalhes, de (in)decisões. Conversei sobre com o Robão e ele me deu uma idéia, mas o que eu precisava mesmo era de um puxão de orelha, acho... (que me veio hoje, num e-mail de miss Kylvia).
Bom, mas voltando ao feriado. A vontade louca de sair por aí e ir parar na primeira estrada foi crescendo, mas como eu sabia que não rolava de viajar, procurei coisas para fazer aqui, afinal estou na Cidade Maravilhosa!!
Eu sempre digo: o imprevisto está ao virar a esquina.
Na quinta, a Angélica me telefonou. No Brasil desde o dia 03, ela ainda não tinha me encontrado:
- Taty, tô indo pro Rio. Vê um canto aí pra eu ficar.
Depois de tudo acertado, Dudu e eu fomos buscá-la na estação de metrô Pavuna na sexta-feira.
E aí, o feriado foi isso:
* Sexta: Lapa fervendo e nós no Boteko do Juca. Depois que o Boteko fechou, fomos pro bar vizinho. Depois que o bar vizinho fechou, fomos para o próximo. Lá, eu me converti em fã de carteirinha do Chiclete com banana. Pulei, dancei, gritei... Foi divertido :)
* Sábado: Praia de Ipanema, posto 09. Muito bom o sol de fim de tarde e a caminhada, com direito a frases escritas na areia. Pena que a praia estava suja pra caralho - pena também que as pessoas continuem sem consciência quanto a isso... O mar trouxe muita dessa sujeira de volta, pois teve ressaca e as ondas estavam brabas que só vendo... Uma hora, eu sentada na areia com Dudu e a Angélica voltando do mar (tinha ido molhar os pés), uma onda enorme se formando logo ali e eu comentei:
- Olha só aquela onda!...
Só tive tempo de fechar a boca e correr. A onda veio até onde estávamos!! Deu tempo pegar o vestido da Angélica e um par da chinela dela. O Dudu pegou a bolsa e o par de chinelos dele. Os meus? Foram levados pela água e resgatados minutos depois pelo malino, junto com o outro par da Angel, rs.
* Domingo: marcamos de ir ao Cristo. Depois de 3 (!) conduções, finalmente chegamos. O calor tava de lascar! E lá tava cheio, muito cheio MESMO! Eu já tava ficando zonza, até que decidimos ir embora. Bom, foi legal e pah, fui ao Cristo, uma das 07 maravilhas do mundo, pererê e talz... Mas... Confesso que prefiro a vista do Pão de Açúcar.
Depois de ter (finalmente) encontrado a ragazza (Angélica) fiquei pensando... Passamos 01 ano e pouco longe, mas nos comportamos como antes, quando estávamos juntas. Entretanto, ao longo dos dias, eu notei que ela não é mais a mesma. A mudança é evidente e grande, sai pelos poros. Eu também não sou mais a mesma. Ela não é a mesma que viajou comigo pra Viçosa e lá, tarde da noite, me ajudou a lavar minha jaqueta cheia de esterco (culpa do "moitel", improvisado atrás de uma igreja evangélica, hahaha). Eu não sou mais a mesma que pulou com ela o muro do Metrópole pra ver o show do Angra. Ela não é mais aquela que pegou carona na estrada comigo até Paracuru. Eu não sou mais aquela que pulou a janela do hall onde a gente estava, na calada da noite, só pra ir embora sem dar tchau pro esquema da noite. Mesmo com as diferenças, foi muito bom revê-la, saber que ela veio ao Rio (em grande parte por minha causa) e ter a certeza de que nossa amizade não se perdeu com o tempo. Hoje, inclusive, eu li um texto da net que me fez lembrar disso. Segue um trecho: "Muitos sabem que amigos de verdade conseguem ficar um tempão distantes, sem se ver, sem se falar e, ao se reencontrarem, é como se nunca tivessem se separado... Talvez as carcaças tenham ficado mais pesadas, os cabelos mais ralos e esbranquiçados, mas o brilho no olhar não se perde nunca e num piscar de olhos nos conduz direto à alma, ao essencial que tudo conhece".
O feriado foi deveras legal. Agora, vamo que vamo... pra mais uma semana na labuta ;)
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