Há teias de aranha e roupas espalhadas pela casa.
A louça já está seca e pronta para ser guardada há um mês.
Um mês. Esse foi o tempo que passei entre Navegantes (SC) e Curitiba (PR).
E agora, de volta à cidade que relutei em chamar de lar, eu sinto o verão carioca na pele e nos olhos.
A cidade está com cheiro, som, gosto e forma de Carnaval.
As chuvas vêm e vão. As pessoas continuam insanas, muitas falam sozinhas pelas ruas. Já tive medo delas. Hoje, costumo fingir que não estou olhando e nem ouvindo.
O Rio é caótico, é louco, é maravilhoso... e é um pouco meu, sim.
Senti como se fosse recebida de braços abertos.
De repente, me apaixonei novamente por tudo. Pelas paisagens, pelo Pão de Açúcar, pela Lapa, tão suja e tão movimentada, mais boêmia impossível. Não sei se esse namoro com a Cidade Maravilhosa irá durar muito. Minha relação com o Rio é cheia de percalços e, por incrível que pareça, eu gosto disso.
Como diria um certo poeta: "Que seja eterno enquanto dure".
Eu estou de volta.
25/01/2010
Retorno/01.
Postado por
Tatyana França
às
Segunda-feira, Janeiro 25, 2010
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20/01/2010
Começo de ano/02.
Well, well, estou viva e bem.
Depois de cair de uma escada e pegar piolho em Santa Catarina, viajei para Curitiba - onde me perdi, me encontrei, tomei uma chuva no ônibus turístico, fiquei gripada e, claro, fui ao casamento da Su! :)
O casamento foi no sábado (dia 16/01) e foi lindo! :D O lugar (Restaurante Maggiore no Parque Barigui) era muito bom, as músicas que tocaram eram óóótimas e os doces... hum!! Pecado!! E olha que nem gosto de doce. Dudu e eu não dançamos muito porque fomos dar umas voltas no local e depois nos refugiamos no sofá de um outro salão.
E Curitiba? Nossa, o que dizer da cidade... Tenho passeado um bocado!! hehe. Reencontrei o Flávio, depois de 02 anos e meio (a última vez que nos encontramos havia sido em Recife) e ele me levou para beber no Largo da Ordem, num barzinho chamado Tuba's, com a namorada dele, Estela. No meu retorno até o Bairro Alto, passamos pelo terminal do Cabral, onde descobri, quem diria, uma latrina TURCA!
Aliás, falando em turcos, um passarinho me contou que há alguns instalados na cidade e que eles têm lojas no Centro. Pensei seriamente em passar em alguma delas para dizer "Selam. Nasilsin?" hehe. ;)
Fico ainda mais alguns dias. Mas confesso: apesar do divertimento, do novo que me espera a cada dia que saio em Curitiba, estou com saudade do Rio caótico, boca suja e maravilhoso. Quem diria... Parece que estou com saudades de casa.
Depois de cair de uma escada e pegar piolho em Santa Catarina, viajei para Curitiba - onde me perdi, me encontrei, tomei uma chuva no ônibus turístico, fiquei gripada e, claro, fui ao casamento da Su! :)
O casamento foi no sábado (dia 16/01) e foi lindo! :D O lugar (Restaurante Maggiore no Parque Barigui) era muito bom, as músicas que tocaram eram óóótimas e os doces... hum!! Pecado!! E olha que nem gosto de doce. Dudu e eu não dançamos muito porque fomos dar umas voltas no local e depois nos refugiamos no sofá de um outro salão.
E Curitiba? Nossa, o que dizer da cidade... Tenho passeado um bocado!! hehe. Reencontrei o Flávio, depois de 02 anos e meio (a última vez que nos encontramos havia sido em Recife) e ele me levou para beber no Largo da Ordem, num barzinho chamado Tuba's, com a namorada dele, Estela. No meu retorno até o Bairro Alto, passamos pelo terminal do Cabral, onde descobri, quem diria, uma latrina TURCA!
Aliás, falando em turcos, um passarinho me contou que há alguns instalados na cidade e que eles têm lojas no Centro. Pensei seriamente em passar em alguma delas para dizer "Selam. Nasilsin?" hehe. ;)
Fico ainda mais alguns dias. Mas confesso: apesar do divertimento, do novo que me espera a cada dia que saio em Curitiba, estou com saudade do Rio caótico, boca suja e maravilhoso. Quem diria... Parece que estou com saudades de casa.
10/01/2010
Poeminha/34.
Paixão
Criatura insana
De mim, fiques afastada
De ti, não quero nada
Tampouco tua presença
Só restou minha indiferença
Falta espaço em mim para o teu deleite
Então, suplico: por favor, aceites
Que esta guerra está perdida
Paixão, aqui se encerra
A nossa parceria bandida.
TF* - Maio/2005.
Criatura insana
De mim, fiques afastada
De ti, não quero nada
Tampouco tua presença
Só restou minha indiferença
Falta espaço em mim para o teu deleite
Então, suplico: por favor, aceites
Que esta guerra está perdida
Paixão, aqui se encerra
A nossa parceria bandida.
TF* - Maio/2005.
08/01/2010
Poeminha/33.
Não sou mais boba alegre
Ontem a noite, tive febre
Ampolas de injeção
Para acalmar o pulmão
Mas o meu coração
Sei que ninguém socorre
E a cada dia que passa
Ele morre, morre, morre...
TF* - Fevereiro/2009.
Ontem a noite, tive febre
Ampolas de injeção
Para acalmar o pulmão
Mas o meu coração
Sei que ninguém socorre
E a cada dia que passa
Ele morre, morre, morre...
TF* - Fevereiro/2009.
05/01/2010
Começo de ano/01.
Não bastava eu ter caído na véspera do ano novo, agora me aconteceu outro "pormenor" durante a estadia em Santa Catarina: eu estou com piolho!!... AAAAAHHHH!!! #prontofalei.
Pior que nem sei direito onde peguei. Acho que foi na lan house onde tenho vindo sempre (usando os fones). Mas também me ocorreu outra hipótese. O filho do Roni tem 04 anos e criança costuma ter piolho, certo? Então, eu mal tive contato com ele e nem o vi coçando a cabeça nem nada, mas... assim que Roni e família foram embora de Navegantes, Dudu e eu fomos dormir na mesma cama onde o menino dormiu. Quem sabe o piolho-mãe estava lá no colchão.
Eu descobri que estava com piolho ontem. Acordei com um calor da peste e a cabeça coçando pra caramba. Daí, cocei e cocei e debaixo das minhas unhas (enormes já), vieram 02 piolhos!! ARGH!!! Depois que o Dudu acordou, nós fomos até a farmácia comprar remédio, eu passei e também usei pente fino até meu couro cabeludo ficar roxo.
Após passar o remédio, eu nem saí mais de casa. Fiquei deprimida e antisocial. Hoje, passei pente de novo. Detalhe: todos os piolhos que encontrei eram filhotes - com exceção da "mãe". Vou continuar passando o pente até me certificar de que não tem mais nada. E se duvidar, vou comprar outro vidro do remédio.
Gentem, que mais falta acontecer? Acho que daqui a alguns dias, vou acabar quebrando um braço ou algo assim :/ Esses pequenos causos acabaram me lembrando uma outra viagem com passagens bizarras/chatinhas: a primeira vez que eu fui ao Rio. Nossa, não tem como esquecer de quando o ônibus quebrou no meio do nada, não tem como esquecer do odor horrível de maconha e cola (culpa dos manés que viajavam conosco e ficavam se drogando no banheiro) e, por fim, também é impossível esquecer o caos que se formou quando a privada do banheiro do ônibus começou a transbordar... Mas outro dia, eu dou mais detalhes disso tudo por aqui.
Hora de ir para casa passar o pente de novo!!!... Ó vida.
Pior que nem sei direito onde peguei. Acho que foi na lan house onde tenho vindo sempre (usando os fones). Mas também me ocorreu outra hipótese. O filho do Roni tem 04 anos e criança costuma ter piolho, certo? Então, eu mal tive contato com ele e nem o vi coçando a cabeça nem nada, mas... assim que Roni e família foram embora de Navegantes, Dudu e eu fomos dormir na mesma cama onde o menino dormiu. Quem sabe o piolho-mãe estava lá no colchão.
Eu descobri que estava com piolho ontem. Acordei com um calor da peste e a cabeça coçando pra caramba. Daí, cocei e cocei e debaixo das minhas unhas (enormes já), vieram 02 piolhos!! ARGH!!! Depois que o Dudu acordou, nós fomos até a farmácia comprar remédio, eu passei e também usei pente fino até meu couro cabeludo ficar roxo.
Após passar o remédio, eu nem saí mais de casa. Fiquei deprimida e antisocial. Hoje, passei pente de novo. Detalhe: todos os piolhos que encontrei eram filhotes - com exceção da "mãe". Vou continuar passando o pente até me certificar de que não tem mais nada. E se duvidar, vou comprar outro vidro do remédio.
Gentem, que mais falta acontecer? Acho que daqui a alguns dias, vou acabar quebrando um braço ou algo assim :/ Esses pequenos causos acabaram me lembrando uma outra viagem com passagens bizarras/chatinhas: a primeira vez que eu fui ao Rio. Nossa, não tem como esquecer de quando o ônibus quebrou no meio do nada, não tem como esquecer do odor horrível de maconha e cola (culpa dos manés que viajavam conosco e ficavam se drogando no banheiro) e, por fim, também é impossível esquecer o caos que se formou quando a privada do banheiro do ônibus começou a transbordar... Mas outro dia, eu dou mais detalhes disso tudo por aqui.
Hora de ir para casa passar o pente de novo!!!... Ó vida.
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