10 de jan. de 2010

Poeminha/34.

Paixão
Criatura insana
De mim, fiques afastada
De ti, não quero nada
Tampouco tua presença
Só restou minha indiferença
Falta espaço em mim para o teu deleite
Então, suplico: por favor, aceites
Que esta guerra está perdida
Paixão, aqui se encerra
A nossa parceria bandida.


TF* - Maio/2005.

8 de jan. de 2010

Poeminha/33.

Não sou mais boba alegre
Ontem a noite, tive febre
Ampolas de injeção
Para acalmar o pulmão
Mas o meu coração
Sei que ninguém socorre
E a cada dia que passa
Ele morre, morre, morre...


TF* - Fevereiro/2009.

5 de jan. de 2010

Começo de ano/01.

Não bastava eu ter caído na véspera do ano novo, agora me aconteceu outro "pormenor" durante a estadia em Santa Catarina: eu estou com piolho!!... AAAAAHHHH!!! #prontofalei.

Pior que nem sei direito onde peguei. Acho que foi na lan house onde tenho vindo sempre (usando os fones). Mas também me ocorreu outra hipótese. O filho do Roni tem 04 anos e criança costuma ter piolho, certo? Então, eu mal tive contato com ele e nem o vi coçando a cabeça nem nada, mas... assim que Roni e família foram embora de Navegantes, Dudu e eu fomos dormir na mesma cama onde o menino dormiu. Quem sabe o piolho-mãe estava lá no colchão.

Eu descobri que estava com piolho ontem. Acordei com um calor da peste e a cabeça coçando pra caramba. Daí, cocei e cocei e debaixo das minhas unhas (enormes já), vieram 02 piolhos!! ARGH!!! Depois que o Dudu acordou, nós fomos até a farmácia comprar remédio, eu passei e também usei pente fino até meu couro cabeludo ficar roxo.

Após passar o remédio, eu nem saí mais de casa. Fiquei deprimida e antisocial. Hoje, passei pente de novo. Detalhe: todos os piolhos que encontrei eram filhotes - com exceção da "mãe". Vou continuar passando o pente até me certificar de que não tem mais nada. E se duvidar, vou comprar outro vidro do remédio.

Gentem, que mais falta acontecer? Acho que daqui a alguns dias, vou acabar quebrando um braço ou algo assim :/ Esses pequenos causos acabaram me lembrando uma outra viagem com passagens bizarras/chatinhas: a primeira vez que eu fui ao Rio. Nossa, não tem como esquecer de quando o ônibus quebrou no meio do nada, não tem como esquecer do odor horrível de maconha e cola (culpa dos manés que viajavam conosco e ficavam se drogando no banheiro) e, por fim, também é impossível esquecer o caos que se formou quando a privada do banheiro do ônibus começou a transbordar... Mas outro dia, eu dou mais detalhes disso tudo por aqui.

Hora de ir para casa passar o pente de novo!!!... Ó vida.

3 de jan. de 2010

Resenhas/02.

Livro: Julie E Julia, de Julie Powell.

Eu li em "Julie e Julia" e concordo que coragem é "abrir um calabouço sadomasoquista em plena Manhattan". Mas deve-se dizer que cozinhar também é coragem, como nos mostrou Julie Powell.
Julie cozinhou com algo além das mãos; cozinhou com alma, coração, vísceras, loucura e um desespero que surpreendentemente não a atrapalhou. Quer dizer, talvez um pouco. Mas isso não foi suficiente para fazê-la parar. Pelo contrário! Ela seguiu com o Projeto Julie/Julia e o levou além. Que bom. Assim, não perdemos a oportunidade de acompanhar suas aventuras culinárias nesse livro que só pode ser descrito como DELICIOSO!

Tatyana França - Dezembro/2009.

2 de jan. de 2010

Fim de ano/03.

Bom, meu ano novo em si foi bacaninha.

Mas vamos começar de onde eu parei!
Ah, sim... Minha queda, vários hematomas, eu não podia nem sentar direito, ó vida cruel. Lalaiá.

Depois que o Dudu me ajudou a levantar, eu fui até o banheiro, para trocar o short molhado. E o chamei pra que ele me dissesse como estavam minhas pernas e minha bunda. E aí, ele entrou, falou que estava tudo vermelho e falou toooodas aquelas coisas que já citei no post anterior. Mas deixei de citar uma. Lá pelas tantas, ele disse:
- E agora, como a gente vai...?

Gentem, ele falou um pouco mais, porém eu prefiro amenizar e deixar a frase incompleta, haha. Para bom entendedor, basta!

Claro que se outra mulher ouvisse isso, teria tido um ataque:
- Filho de uma égua! Você não tem dó de mim?! Acabei de cair de uma escada e você está pensando em como a gente vai...!! Ah, não acredito!! Hoje, você vai dormir no sofá!

Sinto contrariar possíveis expectativas, mas eu não sou assim. E parei para pensar e lógico que, depois de anos praticando de forma primitiva e voraz todas as posições do Kama Sutra, eu achei uma solução. Aliás, achei várias soluções. Mas, como diria uma personagem da TV: "Prefiro não comentar!".

Tá, tá, essa coisa de Kama Sutra é brincadeira, mas eu sou alguém que sabe encontrar saídas para casos dessa natureza.

Mais tarde, enquanto Dudu passava Gelol em mim, eu comentei a frase dele e tudo mais e ele disse:
- Taty, eu estava brincando!! Você levou a sério?

Depois, eu fui deitar um pouco e ouvi vozes. Tínhamos "visitas"!
Era o Roni, um dos caras que está trabalhando com o Dudu. Ele tinha ido para casa (Curitiba), para ficar com a família durante os dias de folga. Mas lembrou do Júlio, pensou na casa praticamente vazia, perto da praia e decidiu trazer todos para a festa de Réveillon.

Então, na véspera do ano novo, estávamos em 08: Roni, Juliana (esposa dele), Leonardo (filho), Amanda (sobrinha), Gustavo (irmão do Roni), Júlio, Dudu e eu.

Após o jantar, partimos para a praia. Roni e a esposa decidiram ficar em casa, pois o filho estava com sono.

Na praia, temi ficar surda por conta do som dos 327.872.387 carros que estavam parados na avenida. Depois, temi ficar cega, por causa dos 984.792.384 quilos de areia que atingiram meus olhos. Todos estavam incomodados com a areia. Para descontrair um pouco, inventei o passinho de limpar os olhos.- Você dança e tira a areia! Dança e tira a areia. E pode fazer variações! Dança, tira a areia e vai girando...
Amanda logo aderiu. Bom, na verdade, ela foi a única. Que boa pessoa ela é. Não me deixou dançar sozinha.

Não demoramos para retornar. E depois que voltamos, eu desmaiei. E dormi contente, pois não choveu e a queima de fogos não foi cancelada. ;) (iupi!)